quinta-feira, setembro 09, 2010

Sorte e Morte

Início e fim
Não do mesmo
Mas dos contrários.
Dos devaneios a sorte
Da razão a morte.
De todos os operários
Locados no esmo
Dentro de mim.

A falência verdadeira
Onde a chama habita
Alimentada pelo amor.
Queima-se e conduz
Não também seduz
Transforma o temor.
Em nossa mente debita
A dúvida mais que derradeira

Devemos viver
Precisaremos ter
E podemos querer
Sem temer

Ser um novo ser
Amar um novo amor

Sorteei a morte
E com ela ando
Nela hoje mando
Sei que ainda sou forte
Olhando-te entendo seu porte
Sinto o comando
Penso, sonhando

Viva em minha sorte.
Entenda a morte
Como a nossa sorte
Tenha-me como suporte.

quarta-feira, setembro 01, 2010

Ir há Marina

Tens no interior à vista,
A via a um mar!
Ida de um litoral.
Nada à regra geral!

Em que vê?
Da montanha,
O topo no mar.

Beirando o mar e a vida
Encontrar uma Marina

Beijando o ar
Flutuante no mar
A Marina

O topo,
Lá se alojar?

Do mar viver,
No ar sonhar,
Do mundo esquecer.

Minha Marina conhecer!
Dela se entorpecer,
Devanear.

Da montanha seu topo,
Não se move ao mar.
Da Marina o mar,
Pelo ar,
Ao pensar,
Ao topo vai.

Aguá em neve
Sonho leve
Desenho de mar virar
Onde a Marina lá está.

Brasileiro Rocha